“Novas e velhas tradições, signos locais e globais, linguagens de todos os cantos são bem-vindos a este curto-circuito antropológico. A cultura deve ser pensada neste jogo, nessa dialética permanente entre tradição e invenção, nos cruzamentos entre matrizes muitas vezes milenares e tecnologias de ponta, nas três dimensões básicas de sua existência: a dimensão simbólica, a dimensão de cidadania e inclusão, e a dimensão econômica. Atuar em cultura digital concretiza essa filosofia, que abre espaço para redefinir a forma e o conteúdo das políticas culturais, e transforma o Ministério da Cultura em ministério da liberdade, ministério da criatividade, o ministério da ousadia, ministério da contemporaneidade. Ministério, enfim, da Cultura Digital e das Indústrias Criativas. Cultura digital é um conceito novo. Parte da ideia de que a revolução das tecnologias digitais é, em essência, cultural. O que está implicado aqui é que o uso de tecnologia digital muda os comportamentos. O uso pleno da Internet e do software livre cria fantásticas possibilidades de democratizar os acessos à informação e ao conhecimento, maximizar os potenciais dos bens e serviços culturais, amplificar os valores que formam o nosso repertório comum e, portanto, a nossa cultura, e potencializar também a produção cultural, criando inclusive novas formas de arte.”Postado por Ferrari 04:53Sem Comentarios
Pela internet - Gilberto Gil
“Novas e velhas tradições, signos locais e globais, linguagens de todos os cantos são bem-vindos a este curto-circuito antropológico. A cultura deve ser pensada neste jogo, nessa dialética permanente entre tradição e invenção, nos cruzamentos entre matrizes muitas vezes milenares e tecnologias de ponta, nas três dimensões básicas de sua existência: a dimensão simbólica, a dimensão de cidadania e inclusão, e a dimensão econômica. Atuar em cultura digital concretiza essa filosofia, que abre espaço para redefinir a forma e o conteúdo das políticas culturais, e transforma o Ministério da Cultura em ministério da liberdade, ministério da criatividade, o ministério da ousadia, ministério da contemporaneidade. Ministério, enfim, da Cultura Digital e das Indústrias Criativas. Cultura digital é um conceito novo. Parte da ideia de que a revolução das tecnologias digitais é, em essência, cultural. O que está implicado aqui é que o uso de tecnologia digital muda os comportamentos. O uso pleno da Internet e do software livre cria fantásticas possibilidades de democratizar os acessos à informação e ao conhecimento, maximizar os potenciais dos bens e serviços culturais, amplificar os valores que formam o nosso repertório comum e, portanto, a nossa cultura, e potencializar também a produção cultural, criando inclusive novas formas de arte.”Postado por Ferrari 04:53Sem Comentarios
Queremos Saber - Cássia Eller
Para
contribuir nessas reflexões, que tal você ouvir a canção de Gilberto Gil,
interpretada por Cássia Eller, que faz indagações interessantes a respeito do
contexto em que vivemos e do potencial das tecnologias digitais para a evolução
da humanidade? Postado por Ferrari 13:42Sem Comentarios
A Humildade no Ensino
Mário Sergio Cortella é filósofo e doutor em Educação pela PUC-SP, é professor titular do Departamento de Teologia e Ciências da Religião e da Pós-Graduação em Educação da PUC-SP, na qual está desde 1977. É membro do Conselho Técnico Científico Educação Básica da CAPES/MEC. Foi Secretário Municipal de Educação de São Paulo (1991/1992) e tem experiência na área de Educação, com ênfase em Currículos Específicos para Níveis e Tipos de Educação.Postado por Ferrari 12:54Sem Comentarios
Encontro Histórico Entre Paulo Freire e Seymour Papert
O Futuro da escola e o impacto dos novos meios de comunicação no modelo de escola atual. Um bate papo memorável entre dois ícones da Pedagogia Moderna. Aproveite esse raro vídeo desse encontro histórico para a Educação.
Postado por Ferrari 12:47Sem Comentarios
Plano de Formação
Plano de Formação Continuada
Com a realização de pesquisa sistemática com professores das escolas da rede municipal que dispõe de sala informatizada, verificaram-se diversos aspectos que evidenciam desafios para estabelecer a cultura digital na educação, frente a uma tão grande evolução tecnológica da sociedade atual. Ao analisar esses apontamentos o resultado apontou para a necessidade da socialização de possibilidades tecnológicas para inserir a ferramenta da tecnologia na prática pedagógica de maneira que sejam facilitadoras e estimuladoras do processo de ensino e aprendizagem.
A formação continuada em educação na cultura digital pretende motivar os professores da rede básica municipal para que desenvolvam um processo de multiplicação de possibilidades de inserção das ferramentas tecnológicas nas diversas áreas do conhecimento, visando estabelecer a cultura digital e garantir melhoria na qualidade de ensino nas unidades escolares.
2-Objetivos:
2.1-Objetivo Geral:
Desenvolver formação continuada para os professores da rede municipal na temática da educação na cultura digital, com o objetivo de aproximar o trabalho pedagógico das numerosas possibilidades oferecidas pelas TDIC. Sobre isso, existe certo consenso entre os profissionais da educação, bem como sobre a dificuldade de se planejar e operacionalizar, de fato, tal aproximação.
a) Reconhecer e promover práticas pedagógicas com o uso das TDIC que qualifiquem e enriqueçam o aprendizado dos estudantes, enquanto incentivam a superação de dificuldades.
b) Estabelecer vínculos e reciprocidades entre teorias e práticas pedagógicas e entre cotidiano escolar e sociedade.
c) Formular compreensões abrangentes sobre as razões e os modos diversos de inserção das TDIC no processo educativo.
d) Desenvolver habilidades e competências para o uso efetivo das TDIC.
e) Conceber, executar e avaliar a inserção das TDIC na prática pedagógica, em especial a utilização e apropriação crítica das ferramentas de comunicação e cooperações digitais.
f) Integração das TDIC ao currículo.
g) Conceber planos e estratégias pedagógicas considerando a inserção das TDIC nas diferentes disciplinas.
h) Promover a produção autônoma e coletiva de conteúdos digitais, usando diversas disciplinas.
i) Promover a produção autônoma e coletiva de conteúdos digitais, usando diversas linguagens midiáticas em convergência, compreendendo o papel desta construção coletiva na emancipação dos sujeitos e da comunidade escolar.
4-Metodologia:
4.1-Métodos e Etapas: Será disposto de encontros presenciais e a distância, sendo 6 encontros presenciais e 6 atividades via plataforma Moodle.
4.2-Público Alvo: Professores da Rede Municipal de Ensino
4.3-Previsão de Orçamentos e Custos: Sem custos previstos
4.4-Resultados Esperados: Presença de 100% do público alvo e a multiplicação dos conhecimentos socializados.
5-Referências Bibliográficas:
AMIEL, Tel. Educação aberta: configurando ambientes, práticas e recursos educacionais. In: SANTANA Bianca; ROSSONI, Carolina, PRETTO, Nelson de Luca; Casa da Cultura 2012.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede: a era da informação: economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 1999
LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993
Postado por Ferrari 12:20Sem Comentarios
Conflitos Geracionais
Atualmente, vivencia-se um momento educacional e conflitual, onde a escola perpassa por situações históricas e geracionais, a primeira é a própria instituição advinda dos séculos passados, com características ainda presentes no cotidiano. A segunda situação é o educador, predominante do
século XX, com toda uma carga histórico-cultural instituída na sua formação
tanto profissional quanto existencial, nessa se encontra a dificuldade de
romper os preconceitos e receios com as novas tecnologias. E a terceira
circunstância é o educando, agora nascido e presente neste século, inserido
numa realidade tecnológica e informatizada, diferente dos nascidos nas décadas
anteriores.
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